PEDRO BARBOSA
(Escritor e professor universitário)

 

 

 

 

 

 

 

 (retrato: Emerenciano)

 

Natural do Porto, onde nasceu em 1950. Licenciado em Letras pela Universidade de Coimbra e doutorado em Ciências da Comunicação (especialidade: Semiótica) pela Universidade Nova de Lisboa. 

Leccionou e realizou investigação em várias universidades do país e do estrangeiro: Faculdade de Letras do Porto, Universidade de Paris X (Nanterre), Universidade de Siena (Itália), Universidade Louis Pasteur (Estrasburgo). Na Universidade de Estrasburgo desenvolveu com Abraham Moles um trabalho de investigação no âmbito da arte gerada por computador. 

Actualmente é professor coordenador na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Instituto Politécnico do Porto) onde dirige o NUCIT (Núcleo de Pesquisas em Ciberteatro) e integra, como investigador convidado, os seguintes Centros: Centro de Comunicação e Linguagens (CECL) da Universidade Nova de Lisboa; Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEC) e Centro de Texto Informático e Ciberliteratura (CETIC) na UFP; Núcleo de Pesquisas em Hipermídia (NUPH) na PUC-São Paulo (Brasil); Centre de Recherches sur les Textes Électroniques Littéraires (CERTEL), na Universidade de Artois (França).

 

 

Obras principais

ensaio

·        «Teoria do Teatro Moderno» (Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores - 1982)

·        «Aspectos da Renovação Dramatúrgica na Trilogia do Teatro-no-Teatro de Pirandello» (1993)

·        «Metamorfoses do Real: arte, imaginário e conhecimento estético» (1995)

·        «A Ciberliteratura: criação literária e computador» (1996)

·        «Arte, Comunicação & Semiótica» (2002)

·        «Teoria do Teatro Moderno: a hora zero» (2ª edição, 2003)

teatro

·        «Eróstrato» (rito teatral - 1984)

·        «Anticleia ou os Chapéus-de-Chuva do Sonho» (peça falada - 1992)

·        «PortoMetropolitanoLento» (dramaturgia -1993)

·        «PortoImaginárioLento» (2001)

·        «Alletsator» (ópera electrónica – 2001)

·        «Sacrilégio Teatral» (2ª ed. de Eróstato – 2004)

·        «Há Alguém Aí?» (2ª ed. de Anticleia – 2004)

ficção

·        «O Guardador de Retretes» (logoficção - 1976)

·        «Prefácio para uma Personagem Só» (quase novela - 1993)

·        «Histórias da Menina Minhó-Minhó» (para crianças - 1988)

ciberliteratura

·        «A Literatura Cibernética 1: autopoemas gerados por computador» (1977)

·        «A Literatura Cibernética 2: um sintetizador de narrativas» (1980)

·        «Máquinas Pensantes: aforismos gerados por computador» (1986)

·        «Teoria do Homem Sentado» (livro electrónico) (1996)

·        «O Motor Textual» (livro electrónico infinito) (2001) 

                                                                     

 

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(CV completo)